A CORRIDA NÃO É SEMPRE PARA O MAIS RÁPIDO...... MAS PARA AQUELE QUE CONTINUA CORRENDO.

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

RECORDAR

Encontrei no baú das recordações e resolvi divulgar algumas fotos e reportagens sobre atletismo popular e não só, do jornal a Voz do Povo da UDP (União Democrática Popular ) dos anos 1978 e 1979.


19 de Setembro de 1978



24 de Outubro de 1978


14 de Novembro de 1978


16 de Novembro de 1978



7 de Dezembro 1978



19 de Dezembro 1978 


16 de Janeiro 1979


23 de Janeiro de 1979


3 de Abril de 1979


Continuando a correr..................

domingo, 29 de dezembro de 2013

S.SILVESTRE DE LISBOA




Ontem, num final de dia, bastante cinzento, participei na S.Silvestre de Lisboa, um pouco antes de ser dado o tiro de partida, ainda choveu durante 10 minutos. 

Uma prova com muita afluência de atletas, “cortaram” a meta 6535.

Participaram nesta corrida de 10 km,  atletas de alta competição, atletas populares de bom nível e ainda aqueles como eu, atletas de” fim de semana” que eram a maioria.

Várias bandas alegravam os atletas, na partida, ao longo do percurso e na chegada. 

A Baixa Pombalina saudava-nos com a sua iluminação tradicional.

Esta foi a primeira corrida em que participei como veterano VI.

Escalão Veteranos VI
Classifiquei-me em 125º lugar 
Total de atletas : 230

Site da prova: http://www.saosilvestredelisboa.com/site/
Fotos em : http://www.ammamagazine.com/

A próxima corrida será o Grande Prémio Fim da Europa, de Sintra ao Cabo da Roca.
"Difícilmente haverá prova mais bonita"
Site da prova: http://www.fimdaeuropa.com/











Continuando a correr.................

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

UMA HISTÓRIA DE NATAL COM UM FINAL FELIZ



Esta é uma narrativa verídica e está associada à história da vida da minha família.

Decorria o ano de 1972, residia na Pontinha, concelho de Loures (hoje concelho de Odivelas).

Na véspera de natal, fui passar a consoada em casa de familiares que também residiam na mesma localidade.

Quando regressámos a casa, o meu Pai que costumava dar uma “olhadela” ao carro, sempre estacionado perto de casa e constatou que este não se encontrava onde o tinha deixado. Tinham-no roubado.

Naquela época um carro tinha o valor, de uma vida de sacrifícios para o comprar, nada comparável aos dias de hoje. Um carro era para durar muitos anos na posse do proprietário.

Fomos dormir angustiados pela perda e também por este ato ter sido praticado na véspera de Natal, uma noite para passar com a família e não para actividades criminosas.

Na manhã do dia seguinte tocou o telefone, era uma pessoa a perguntar se o dono da viatura de matrícula XX-XX-XX morava ali, ao obter uma resposta afirmativa, disse que o referido veículo se encontrava junto de uma Carpintaria nos Olivais.

Este senhor descobriu o número de telefone pela chapa de identificação obrigatória, colocada no interior do veículo, onde também constava a morada.

Dirigimo-nos para os Olivais, onde se encontrava o carro, nesse manhã do dia de Natal, com a ansiedade própria e a interrogação de como estaria o carro se danificado ou intacto.

Ao chegarmos à rua indicada pela pessoa, era uma rua sem saída, onde estavam instaladas diversas oficinas, verificámos que o carro estava em condições, só uns arranhões devido a algumas tentativas para roubar o rádio mas não o conseguiram.

O carro era um Ford Cortina azul, junto dele estava outro da mesma marca, mas de cor diferente, foram deixados ali, talvez para serem desmontados durante a noite seguinte. Só que o dono da carpintaria necessitou de ir à oficina no dia de Natal e desconfiou de dois carros ali estacionados e logo da mesma marca.




Tentámos ver a placa identificativa no interior do outro carro, não tinha o número de telefone só a morada.

Dirigi-me ao endereço que constava na placa era na  zona do Lumiar, toquei à campainha e atendeu-me o proprietário da casa, perguntei se morava ali o senhor (disse o nome) e se era o dono de um carro Ford Cortina de matrícula YY-YY-YY , respondeu afirmativamente e mudando a fisionomia do rosto triste para um rosto alegre, assim que lhe disse que tinha encontrado o seu carro.

Em casa dessa pessoa estava um ambiente amargurado, devido ao roubo do carro, quando  ele deu a notícia à família foi uma festa, até me convidaram para comer e beber. 

O Natal foi mais feliz para estas duas famílias.

Boas festas

Continuando a correr........................