ODIVELAS YORK
Ontem sábado, fui treinar para o recinto da feira do Silvado (Odivelas), aliás como é habitual durante a semana. Ao fim de semana não treino aqui mas este sábado foi uma excepção.
Enquanto treinava aconteceu uma cena caricata, não sei se triste se divertida.
Para uma melhor compreensão da história vou descrever a configuração do local.
O recinto é vedado em todo o seu perímetro e tem 3 portões, dois estreitos só para entrada e saída de pessoas e um largo para pessoas e carros.
Tem pequenos arruamentos perpendiculares e paralelos para as pessoas circularem por entre as tendas da feira.
Ontem sábado, fui treinar para o recinto da feira do Silvado (Odivelas), aliás como é habitual durante a semana. Ao fim de semana não treino aqui mas este sábado foi uma excepção.
Enquanto treinava aconteceu uma cena caricata, não sei se triste se divertida.
Para uma melhor compreensão da história vou descrever a configuração do local.
O recinto é vedado em todo o seu perímetro e tem 3 portões, dois estreitos só para entrada e saída de pessoas e um largo para pessoas e carros.
Tem pequenos arruamentos perpendiculares e paralelos para as pessoas circularem por entre as tendas da feira.
Corria num desses arruamentos, descontraído a ouvir música, quando vejo passar a grande velocidade uma motorizada com dois indivíduos de capacete.
Poucos segundos depois aparece um carro da polícia também a grande velocidade a fazer uma curva a 90 graus com as sirenes a apitar, sorte não haver ninguém naquele momento nesse acesso.
Como se pode compreender era uma perseguição policial, não sei o motivo.
Quando chegaram ao fim do recinto onde se encontrava o portão pequeno só para pessoas o carro da polícia que ia muito perto da motorizada pára a uns 5 metros do portão (talvez se tivessem parado junto do portão não deixariam passar a motorizada, mas são decisões muito rápidas) e saem os polícias a correr e a gritar para tentarem deter os indivíduos.
Os indivíduos da motorizada claro que não pararam e fugiram pelo tal portão pequeno por onde não passa um carro.
Os polícias retrocederam para saírem do recinto e continuar a perseguição, mas ao chegar ao portão largo este estava fechado.
Saem novamente os polícias do carro gritando algo parecido “ isto não me está a acontecer”.
A funcionária de serviço no recinto ao desviar ligeiramente o portão, para retirar uns caixotes do lixo, fechou-o sem querer. O portão movimentou-se sobre as calhas e fechou-se. Por azar a funcionária não tinha as chaves consigo dificultando a abertura do portão.
Os polícias estiveram ali quase 5 minutos parados, claro que quando saíram dali, não devem ter encontrado mais os indivíduos que perseguiam.
Tudo isto em velocidades desadequadas a um local de ruas estreitas, onde estão pessoas descontraídas a passear e a correr.
Percebe-se que uma perseguição policial não pode ser devagar, mas irrita as pessoas que se encontram no local, surpreendidas com a acção e com a possibilidade de serem atropeladas.
Mesmo com estas peripécias, lá concluí o meu treino ligeiro de 1 hora.
Até já










