A CORRIDA NÃO É SEMPRE PARA O MAIS RÁPIDO...... MAS PARA AQUELE QUE CONTINUA CORRENDO.

segunda-feira, 30 de março de 2009

domingo, 29 de março de 2009

6ª CORRIDA DE SOLIDARIEDADE ISCPSI/APAV

6º CORRIDA DE SOLIDARIEDADE ISCPSI/APAV
29 DE MARÇO

10:30H
ALCÂNTARA-BELÉM
10 km


Bonita manhã primaveril.

Apetecia correr nesta linda cidade de Lisboa, numa estrada, que durante os outros dias da semana está entupida de carros.

Temperatura agradável +-16º, vento fraco lateral, fresco.

A receita desta corrida reverte para a APAV instituição solidariedade social que visa a protecção e apoio aos cidadãos e vítimas de crimes.

Início da prova junto da Escola Superior da Polícia, em Alcântara.

Os atletas tiveram acesso ao interior da Escola, onde se efectuou um sorteio e o aquecimento dos atletas e caminhantes, conduzido por dois animadores.

Na partida um pouco de confusão com os caminhantes, apesar de terem sido avisados pelo “animador” que partiriam depois, alguns misturaram-se com os que iriam correr, provocando os desvios do costume.

Do meu desempenho, corri sem alterações de ritmo (lento) ao longo de todo percurso. Concluí esta prova sem dificuldade. Nem estava cansado, contrariamente a outras provas.
Demorei 54 min e 17 seg.

Inicialmente pensava que seriam só 9 km, ao 7º km é que soube por um membro da organização, que seriam 10km.

Fiquei em 433º na geral num total de 757 atletas.

A meta estava instalada em frente do Mosteiro dos Jerónimos.

A entrega dos sacos encontrava-se mesmo junto da meta , o que provocou um grande “engarrafamento de atletas”, com algum tempo de espera.

As ofertas foram muitas, 1 gelado, barras de cereais, vários bolos, marmelada, iogurte, laranjas, água, porta chaves e camisola, já tinham oferecido uma na inscrição.

Gosto desta prova.

CLASSIFICAÇÃO NO SITE :
http://www.corrida-iscpsi-apav.net/index.php?n=Corrida.Pagamento


sábado, 28 de março de 2009

O SONHO

Uma noite desta semana sonhei que estava a correr.


O Sonho

Corria, corria por cima de algo, parecido com nuvens, sem as tocar. Os corredores à minha frente estranhamente iam sendo absorvidos pelo chão, já não via ninguém. Até que ao longe, vislumbro a figura feminina de uma atleta, correndo e irradiando à sua volta um anel colorido.


Este anel, deduzi, retirava a energia aos corredores, por onde ela passava, estes por sua vez sem forças caíam e íam sendo engolidos pelo chão.
Quando cheguei perto dela virou a cabeça na minha direcção, mas não lhe consegui ver o rosto. Continuei a correr, ultrapassando-a com receio do seu poder e de ser engolido pelo chão. Não me aconteceu nada.
Corria cada vez mais lento. Avistei a meta, entusiasmei-me, mas não conseguia aumentar o ritmo. Estava na frente, corria e não saía do mesmo sítio, não avançava apesar de a meta estar tão perto.
A zona da meta estava deserta, só via um arco insuflável de cor laranja fluorescente, com furos de onde saíam feixes de luz em movimento helicoidal intensos, de várias cores. Em redor era tudo branco e enevoado.
Avistei-a novamente e observei-a melhor. A roupa desportiva era prateada, feita de uma só peça desde o pescoço até ao meio da coxa. Tinha asas no tendão de Aquiles e corria descalça. As mãos não tinham dedos, eram inteiras, corria com elas na vertical, direccionadas para a frente, com se quisesse cortar o ar. Mais uma vez não lhe consegui ver a cara, estava escuro, junto do rosto.
Desta vez passou por mim, nem olhou, dirigindo-se para a meta. Não corria, as pernas não se movimentavam, deslizava sobre as nuvens, com o corpo erecto. Eu continuava a correr, não saindo do mesmo sítio.
Olhei para o local da meta e vi-a com uma coroa de malmequeres na cabeça. Consegui aproximar-me da meta, suava muito, estava cansado. Havia uma força contrária, não me deixando atravessá-la, desviava-me para o lado, retrocedia, tentava de novo, continuava a desviar-me, ora para a esquerda ora para a direita, não consegui concluir a corrida.

Acordei….



Até já