A CORRIDA NÃO É SEMPRE PARA O MAIS RÁPIDO...... MAS PARA AQUELE QUE CONTINUA CORRENDO.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

O ADEUS

A vida é feita de capítulos como  se de um livro se tratasse, vamos encerrando uns e iniciando outros.
Encerrei  a partir deste mês um desses capítulos e como este blogue faz parte dele, ficará por isso inativo, a não ser que surja na minha vida desportiva algo que seja digno de colocar aqui.
Agradeço a visita de quem por aqui passou ao longo destes anos.


Adeus até um dia........

sábado, 5 de janeiro de 2013

A FELICIDADE DOS ANIMAIS


Hoje corri pelas ruas de Odivelas, durante 45 minutos no meu ritmo lento, podendo por isso,  descobrir e observar muitos dos pormenores que vão surgindo no percurso.

Enquanto corro muitas vezes baixo a cabeça e olho para o chão e vejo lixo, dejetos de cão, observo também o tipo de chão que vou pisando, umas vezes em laje com pedrinhas, outras em cimento ou pedra e outros materiais.

Olho para as pessoas que se vão cruzando comigo, umas a passear os cães, outras nos seus afazeres diários e outras ainda  a correr como eu.

Vejo os automobilistas a vociferarem dentro dos habitáculos dos carros e oiço  o som das suas  buzinas, a não respeitarem os peões nas passadeiras, passando a grande velocidade, a estacionarem em cima dos passeios e tendo eu muitas vezes de  correr na estrada, por falta de espaço para passar.

Este assunto da atenção que eu vou dando ao que me rodeia, vem a propósito do que vi quando parei junto do gradeamento de uma ponte, para fazer uns “alongamentos”.

Ao lado dessa ponte, corre na parte de baixo a água de um ribeiro, um dos vários existentes em Odivelas. Estavam na água um pato e uma pata, (pensei eu porque um tinha a pluma do pescoço colorida em cor  verde e o outro a pluma era toda acastanhada) a chapinhar e a bater as asas, voltavam para trás e repetiam a ação.


Pensei eu com os meus botões (apesar de não os ter) estes animais estão felizes só com o pouco que vão encontrando no seu habitat, aliás os animais por natureza são felizes, o Homem muitas vezes é que os tornam infelizes. 

Até amanhã